
Rubina Leal quer recuperar o título da ‘Cidade Amiga da Pessoa Idosa’ atribuída pela Organização Mundial de Saúde (OMS) ao Município, à anterior vereação da Câmara Municipal do Funchal liderada pelo PSD.
A candidata social-democrata, vai adaptar os edifícios públicos, criar um serviço de apoio domiciliário e facilitar a aquisição de medicamentos, disse hoje, após moderar a conferência 'Da ação refletida à mudança: respostas adaptativas face ao envelhecimento perturbado', que decorreu na Casa de Saúde Câmara Pestana.
“Este debate confirma as propostas que tenho delineado para os próximos quatro anos. Um Município que se preocupa com os mais frágeis, que se preocupa com os mais idosos, é um Município inclusivo. O nível civilizacional de uma Cidade mede-se pela forma como lidamos com esta população e como as políticas são orientadas para este tipo de segmento.”
Lembrando que no Funchal existem 40 mil pessoas com mais de 65 anos e que para cada 100 jovens existem 108 idosos, Rubina Leal defende que é imperativo olhar para esta população que muitas vezes se encontra isolada e com parcos rendimentos.
“Aquilo que pretendemos é ter uma cidade que se preocupa com múltiplos factores, não só as questões sociais mas também com a adaptabilidade dos edifícios públicos para que sejamos uma ‘Cidade Amiga da Pessoa Idosa’”, sublinhou, referindo outras medidas que tem para o concelho.
Facilitar a aquisição de medicamentos, uma vez que muitos idosos “com as suas pequenas reformas não conseguem fazê-lo” e criar um serviço de apoio domiciliário, dando assim, um “grande apoio às famílias e cuidar dos idosos da nossa Cidade” são medidas essenciais para termos uma ‘Cidade Amiga da Pessoa Idosa’, concluiu.